domingo, 25 de novembro de 2012

Réus Confessos


Amor proibido, liberado a noite, 
quando tudo em volta é você e eu.
Nossas atitudes derrubam paredes,
que impedem o contato entre a nobreza e o plebeu.

Durante o dia os olhos são grades,
são testemunhas de acusação.
Somos réus confessos de um tribunal ignorante,
que desconhecem os direitos do amor,
deixando de lado os motivos do coração.

Prendam meu corpo mas não me impeçam de pensar,
sendo assim não haverá prisão,
pois ainda que tranquem as celas, 
aumentem os muros,
nunca poderão obstruir o acesso que existe entre o seu e o meu coração!

Mauro Mesquita


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